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Notícias » Saúde

24 de Dezembro de 2015
Prefeito endurece punições para quem não tomar providências no combate ao Aedes aegypti
Alteração em lei dobra valores de multas para quem não cuidar dos próprios imóveis
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O prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, sancionou nesta terça-feira (22/12) o projeto que modifica a lei de número 9631, de combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika, chikungunya e febre amarela. As alterações dobram as penalidas para os moradores da capital que não cuidarem devidamente de seus espaços: a multa mínima passa de R$ 800 para R$ 1,6 mil, e a máxima de R$ 8 mil para R$ 16 mil.

A mudança prevê também que o morador será advertido caso sejam encontrados criadouros do Aedes aegypti em imóvel de sua propriedade, com o estabelecimento de um prazo para que sejam tomadas providências. Se ainda forem encontrados focos do mosquito em posterior retorno do agente de endemias, a multa será emitida pela prefeitura e cobrada no mesmo talão do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).

Os efeitos da lei são extensivos a repartições públicas, empresas, indústrias e obras em construção. “Não queremos aplicar advertências e multas rigorosas, mas desejamos que as pessoas se comprometam, juntamente conosco, no combate ao mosquito”, disse o prefeito Paulo Garcia durante a sanção.

De acordo com diretrizes previstas, o acondicionamento de resíduos deve ser feito de forma adequada para evitar a contaminação de toda a cidade e, por conseqüência, a proliferação e reprodução do mosquito.

Todo o Estado de Goiás está em alerta quanto ao Aedes aegypti depois que o primeiro caso de zika em Goiás foi confirmado na última quarta (16/12). O exame foi feito em uma mulher de 22 anos, com 14 semanas de gestação.  

 

(Fonte: Mais Goiás)


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